
Atividade interdisciplinar realizada no 5º período do Curso de Publicidade e Propaganda, qual a proposta era criar capas para uma coleção de livros de Sociologia destinada a estudantes do Ensino Médio de Escolas Públicas do Oeste de SC.
Vol.1 – Pagando bem, que mal tem?
Corrupção no Brasil
A palavra corrupção é a negação dos valores que consideramos como sustentáveis ao bom andamento das relações interpessoais e sociais, necessárias para as realizações humanas. Corromper é o ato pelo qual se adultera algo físico ou moral. O ato da corrupção do sistema político na sociedade danifica as estruturas da sociedade, uma vez que a política é o cuidado com o que é coletivo, é a busca de soluções para os problemas que a sociedade. A corrupção não é sinal característico de nenhum regime, de nenhuma forma de governo, mas decorrência natural do relaxamento moral é a dominação. A política extrativista não só depaupera a terra, mas o ideal de uma nação levando as pessoas ao egoísmo, individualismo e ao exercício da lei da vantagem. Foi assim durante o período colonial, imperialista e dura até hoje na República.
Vol.2 – Uma luz no fim do túnel
Política energética
Toda ação realizada para o de controle de energia, onde se decide como, onde e quanto se investira e pagara pelo o uso de energia em determinado lugar é chamada de política energética. Esse sistema compõem todos os meios de energia, realizados grandes projetos com instruturas priorizando a integração e o desenvolvimento. Devidas questões, por sua vez, tem tido cada vez mais o envolvimento político estabelecendo as regras, passando a gerar expressivas discussões entre cidadãos e empreendedores, onde cada um tem razões para acreditar em sua ideologia, buscando convencer a segui-los e apóia-los. E você, de que lado está?
Vol.3 – Sai de cima que o de baixo é meu
Política e Direitos Civis
Os direitos políticos referem-se à participação do cidadão no governo da sociedade, ou seja, à participação no poder. Entre eles estão a possibilidade de fazer manifestações políticas, organizar partidos, votar e ser votado. O exercício desse tipo de direito confere legitimidade à organização política da sociedade. Afinal, ele relaciona o compromisso de pessoas e grupos com o funcionamento e os destinos da vida coletiva.
Os direitos civis são distintos de "direitos humanos”, significa que todos devem ser tratados em igualdade de condições perante as leis, o Estado e em qualquer situação social, independentemente de raça, condição econômica, religião, filiação, origem cultural, sexo, ou de opiniões e escolhas relativas à vida privada.
Pode-se fazer uma distinção básica entre direitos civis e políticos. Enquanto os direitos civis se referem a um espaço de liberdade dos indivíduos em relação ao Estado, os direitos políticos abrangem a atuação dos indivíduos no Estado e na vida social.
Quando participamos de uma manifestação pela preservação de uma área ambiental, por exemplo, estamos exercendo nosso direto político e, com isso, lutando pela garantia de um meio ambiente saudável para todos. Desse modo, o exercício das liberdades individuais só é possível com a participação nas questões públicas e nas instituições de organização política da sociedade.
Como vêm sendo tratados esses direitos na nossa sociedade atual?
Vol.4 – Tem alguém me vigiando
Panoptismo
O Panoptismo foi idealizado por Jeremy Bentham em 1789, com o objetivo de viabilizar uma forma eficiente de controle e de garantir o poder da mente sobre a mente, em qualquer estabelecimento que tivesse como propósito inspecionar certo número de indivíduos para alcançar um nível ótimo de produtividade, lucro e funcionamento.
É um controle, uma vigilância que permite qualificar, classificar e punir.
O que o sujeito vive é uma aparente liberdade que, de fato é, o tempo todo investigada, e que possui limites demarcados pelas informações divulgadas pelas mídias, pelo mercado e pelo consumo.
Traduzindo isso para o nosso cotidiano, percebemos o quanto somos manipulados e estamos perdendo nossa privacidade a cada dia que passa, nossa liberdade é monitorada por olhares eletrônicos espalhados pelos diversos espaços da vida.
E aí? Pra onde foi a nossa liberdade?
Acadêmicos: Daniel Batistello, Dhayane Pallaoro, Eduardo Pavan, Ester Migosky, Ezequiel Felipe, Francieli Zara
Nenhum comentário:
Postar um comentário