quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Photosynth Bloco C - Unochapecó



Imagens do corredor do bloco C, do curso de pedagogia da Unochapecó. As imagens são trabalhos e pinturas desenvolvida pelos alunos.
A sincronia não ficou perfeita, mas consegue visualizar as pinturas.

Acadêmicas Daliane e Magna

Campanha anti fumo na França causa polêmica !!!

Fonte: clic rbs. Blog da jornalista Tríssia Ordovás Sartori




Super de mau gosto a nova campanha publicitária da associação francesa Direito dos Não Fumantes (DNF). E, mesmo em um país liberal como a França, causou polêmica.

Os publicitários fizeram uma analogia entre o prazer do sexo e o prazer causado pelo cigarro. Com o lema Fumar é ser escravo do tabaco, o cartaz traz imagens de jovens de ambos os sexos simulando sexo oral em um homem. Mas, no lugar do genital, aparece um cigarro e uma mão masculina em suas cabeças.

Isso é o que dá prazer a indústria do tabaco. Continue fumando, diz o cartaz.

Segundo o Escritório Francês de Prevenção contra o Tabagismo, o índice de adolescentes fumantes na França aumentou, entre 2008 e 2009, 3% na faixa etária de 14 anos e de 2% no caso de jovens de 17 anos.

Óbvio que as associações de direitos da família e da mulher, entre outras, não gostaram do resultado. Agora, se a intenção era chamar a atenção para o assunto, acho que o impacto foi forte. Um dia depois do lançamento, já está dando (muito) o que falar.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Leonardo - ARTIGO: O TRÂNSITO NAS GRANDES CIDADES

Leonardo Ravanello - Disciplina: Português II

ARTIGO: O TRÂNSITO NAS GRANDES CIDADES

O trânsito da maior cidade do país está se tornando um problema de grandes proporções. O automóvel é um dos principais sonhos de consumo do brasileiro e percebe-se que essa tradição vem se formando há muito tempo, quando foram introduzidas as primeiras grandes montadoras no país. Então desde pequenos os brasileiros aprendem a gostar de carros, essa realidade é tão forte que até mesmo os postos de combustível Ipiranga, em suas campanhas publicitárias, têm como idéia principal a frase “brasileiros são loucos por carros”. Esse desejo fica cada vez maior quando chega à idade de tirar a carteira de motorista, e depois de adulto já é difícil abrir mão desse bem tão valioso e “necessário” no seu dia-a-dia. A região do ABC paulista abriga diversas das gigantes fábricas de automóveis em São Paulo, o que representa uma boa parte da economia nacional, além de gerar muitos empregos para a população. Dessa forma, esse segmento criou uma grande massa de trabalhadores que defende e depende do enorme volume na produção de carros para garantirem seus empregos.
Por outro lado pode-se ver que caso continue assim, o trânsito de São Paulo irá acabar desencadeando desfechos cada vez piores, então aí começam surgir diversos fatores que influenciam ainda mais as pessoas a quererem andar de carro e não através do transporte público. A qualidade do transporte, por exemplo, é um deles. Desde o desconforto do ônibus lotado até a lentidão do trânsito, somando com a violência e falta de respeito de alguns passageiros, chegamos a um resultado favorável à compra de um carro, que sem dúvidas é mais confortável e prático.
Devido ao grande volume de carros em circulação, há alguns meses atrás, numa sexta-feira, dia 9 de maio de 2008, a lentidão do trânsito de São Paulo bateu recorde. A companhia responsável pelo monitoramento do trânsito da maior capital do país, a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) registrou 266 km de congestionamento nas principais ruas e avenidas da cidade, consolidando o que já era previsto há alguns anos. Por razão do tombamento de um caminhão carregado com toras de madeira, no acesso à rodovia Presidente Dutra (que liga Rio de Janeiro a São Paulo), e por causa de um derramamento de óleo que paralisou a Avenida Giovanni Gronchu, na região Sul de São Paulo, o transito de São Paulo parou completamente.

“Em São Paulo já se discute o dia em que a cidade vai parar e ninguém vai conseguir sair do lugar. Aí vão tentar medidas paliativas de trânsito como viadutos, que não resolvem o problema, e o rodízio, que só resolve se você viajar uma vez por semana” (BUARQUE; Cristovam, Cnt Transporte Atual, ed. 157, Pág.12, 2008)

Para o senador Cristovam Buarque “Está faltando, sobretudo, liderança para convencer a opinião pública de que o orgulho de ter um carro próprio não é uma opção inteligente, porém hoje não há lideres no Brasil, mas sim políticos”. Políticos estes, principalmente candidatos a prefeito de São Paulo, que em períodos pré-eleitorais, como o atual, ficam duas horas em pé dentro do ônibus coletivo e vão à periferia para estudar as necessidades do povo, quase sempre são eficientes no quesito apontar problemas no transporte e prometer soluções, porém depois de eleitos não tem tanta destreza na hora de cumprir o que prometeram.
O sociólogo Cadaval afirma “Fazer promessa é sempre fácil, cumprir é mais difícil. Os municípios têm poucos recursos para investir em vias exclusivas para transporte coletivo, melhorias da frota de ônibus, sistemas de metrô em certos casos são obras caras”. O alto custo das obras é somado com a curta verba destinada para o trânsito, sendo assim, fica mais difícil de encontrar soluções viáveis para o problema.
Segundo sociólogos e especialistas em transporte, essa tendência de o assunto retornar ao foco em época de eleição está relacionada à importância que o cidadão-eleitor dá ao problema dentro de uma escala pessoal de urgências – primeiro o emprego, depois a segurança, a saúde etc. Pesquisas de opinião recentes apontam que trânsito e transporte coletivo estão entre os principais problemas dos grandes centros, mas não são os maiores.
A questão cultural se relaciona com um relato do engenheiro civil, mestrando em engenharia de Transportes do Coppe (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós Graduação e Pesquisa de Engenharia) da Universidade do Rio de Janeiro, Frederico Rodrigues. O engenheiro trabalhou durante alguns anos em Nova York e relatou “Havia na minha empresa uma diretoria que ganhava anualmente US$ 4 milhões e que sempre se deslocava na cidade através do transporte coletivo, questões de mentalidade.”
Segundo Rodrigues “Em muitas situações o itinerário de uma linha de ônibus prevê passagens desnecessárias pelo centro da cidade. Esse trajeto poderia ser otimizado com rotas e estações alternativas de embarque e desembarque. Com essas pequenas intervenções, tenho certeza de que o motorista deixaria o carro na garagem se o transporte coletivo lhe garantisse um sistema mais rápido, seguro e eficiente”. Para o povo de São Paulo mudar, será preciso que o governo mostre ao povo a existência de saídas alternativas para esse problema.
Para a doutora em transportes e diretora da Faculdade de Tecnologia de São Caetano do Sul, Adriane Monteiro, uma das soluções alternativas para o deslocamento de pessoas é a “carona solidária”, prática que já existe no Canadá. Adriane explica: “Um morador passa a dividir o seu veículo com outros vizinhos em escala de revezamento. Se o carro comporta quatro passageiros, são menos quatro veículos em circulação”.
Nos anos 90 o Transporte Solidário existiu em São Paulo, por intermédio de um site da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, onde as pessoas cadastravam-se com dados de origem, destino, horário e até mesmo hábitos, e combinavam caronas regularmente. O sistema chegou a comportar 30 mil cadastros, mas não embalou pela falta de verbas e porque naquela época a internet não era tão popular como é nos dias atuais.
A idéia de outras visões de deslocamento se relaciona com a teoria da deriva de Guy Debord, que defende novos caminhos a serem percorridos, opções alternativas, olhar com outra visão. Para Guy o conceito de deriva é “a afirmação de um comportamento lúdico-construtivo, o que se opõe em todos os aspectos às noções clássicas de viagem e passeio”, isto é, são as mudanças de visão e comportamento de uma pessoa, que se dá pelo observar além do que está à sua frente e se deixar levar por novas formas de observação, ao longo do trajeto que percorre durante o dia. Guy também relata que “Tem-se prosseguido uma sucessão de derivas sem grandes interrupções durante cerca de dois meses, o que supõe trazer novas condições objetivas de comportamento que implicam à desaparição de muitas das antigas.”. As pessoas sonham em entrar no ônibus e ver todos bem acomodados, conversando uns com os outros e podendo olhar realmente ao redor, perceber o quão belo é o caminho que percorrem todo dia ao ir trabalhar, podendo definir um prédio pela sua plástica e não somente pelo seu fator econômico.
Proporcionalmente falando, São Paulo precisa de soluções que sejam tão eficazes quanto a sua extensão geográfica, e nenhuma nova visão será enxergada se cada um não resolver agir, e se nada for oferecido de benefício para a população, provavelmente nada sairá do lugar. Mas sempre é bom pensar positivo, talvez o cidadão vote corretamente, talvez surja um governo que realmente tenha visão para resolver, que tenha a coragem para liderar uma mudança dessa grandeza e que consiga colocar na cabeça dos paulistanos que andar de ônibus também pode ser confortável, seguro e rápido.

DESENVOLVIMENTO: Como base no desenvolvimento deste artigo, tive acesso à revista CNT TRANSPORTE ATUAL, onde considerei várias opiniões de especialistas. Este foi um dos trabalhos em que realmente fui atráz de informações e acabei me interessando muito, e ficando a par do assunto como um todo, tendo uma idéia geral do trânsito no Brasil e no mundo.

Gram Mariachi


Trabalho realizado no 5° período pelo professor Hilário em direção de arte I.
Tinha como objetivo criação de SIV e Brandbook. A seleção de produção foi feita entre os alunos, cada um tinha a função de criar uma empresa e depois disso era trocado entre eles.
Foram 7 semanas em função desse projeto trabalhando com orientação em todas as aulas do professor.
Por final, foi realizada uma apresentação com avaliação do professor e do ``cliente``(aluno).

Sala de aula



Fotos feitas na sala de aula

By Graziela

Leonardo - VT Marisol

ROTEIRO “CINEMATOGRÁFICO” - G3 - Redação Publicitária II
Astronauta - Marisol
VT 30"
Leonardo Ravanello


BRIEFING: Criar um VT de 30 seg. para o cliente Marisol (fabricante de roupas para crianças) , tendo como objetivo homenagear os Astronautas, pelos 40 anos de sua chegada até a lua.


RESUMO: O garotinho (8 anos) está na frente dos seus pais, recebendo encorajamento dos mesmos. Então o pai alcança um capacete para o garoto vestir e seguir um caminho que está atrás dele, este é o suposto caminho até à lua.

Durante essa trajetória, temos uma narrativa homenageando os Astronautas pelo seu dia, podendo também, ser interpretada como sendo o início dos desafios que surgem na vida de todas as crianças, sendo que para supera-los precisam ser encorajadas.


ROTEIRO

MENINO (8 - 9 anos, caracterizar com roupas da marca, de preferência listrada e de cor cinza) . Seu pai e sua mãe (aprox. 30 anos) estão em pé dentro do quarto do garoto, e de frente para ele que também está em pé. (Trilha encorajadora ao fundo, com piano e violino).


EM CÂMERA LENTA:

1 - O menino ergue a cabeça e olha para o pai, que faz sinal de positivo com a cabeça, então olha para a mãe que está sorrindo para ele com cara de orgulhosa e também faz sinal de positivo.

LOC 1: Eles foram incentivados quando mais precisavam.


2 - O pai alcança o capacete para o menino, que segura o objeto e se vira para o outro lado, onde tem uma rampa inclinada e no seu alto uma bola de isopor escrito “LUA”. O menino veste o capacete.

LOC 2: Então, se encheram de coragem e iniciaram a sua caminhada.


3 - O menino inicia a caminhada até o objeto que está no final da rampa. A câmera filma os pés dele e mescla com os olhares dos pais atentos.

LOC 3: Sob os olhares mais atentos.


4 - Filma o garoto de frente, caminhando.

LOC 4: Buscando as respostas das mais complexas perguntas.


5 - O garoto então sobe na rampa, filmando de costas.

LOC 5: Alcançando lugares, que ninguém jamais conseguiu alcançar.


6 – O garoto enxerga a lua

LOC 6: Foi há aproximadamente 40 anos atrás... que em nome de toda a humanidade.


7 – Filma o garoto pegando a bola

LOC 7: Eles chegaram até a lua...


Entra o lettering:

Essa é uma homenagem da Marisol a todos os Astronautas

09 de julho - Dia do Astronauta


- Fecha com a imagem dos pais abraçando o filho com a bola de isopor na mão.

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Referências:

http://www.youtube.com/watch?v=GK0aE49Fye8&NR=1

http://www.youtube.com/watch?v=r0oKJrVbXtg

http://www.youtube.com/watch?v=QVJ8xpizVqg

http://pt.wikipedia.org/wiki/Astronauta


Defesa da peça:

É uma propaganda com narrativa forte, tendo duplo sentido, falando dos astronautas mas com algumas partes que servem também para as crianças. Irá tocar também os pais para com o apoio aos filhos em suas primeiras atividades.

Marcando Época


Esse trabalho foi realizado no 5° período na aula de redação publicitária.

Tinha como objetivo fazer uma nova campanha de reinaugaração do Bar da Dulce.
Esse bar é muito tradicional da cidade de Chapecó.
Para a realização do projeto, foi necessário primeiramente a criação de slongan para depois desenvolver a os trabalhos de divulgação.
O resultado ficou como esperado tanto para nós alunos como para o professor.